Economia circular

Segunda vida é engenharia de seleção, não improviso.

Uma bateria automotiva pode deixar de ser adequada à aplicação original e ainda conservar capacidade útil para uma aplicação estacionária. O reaproveitamento só faz sentido quando o diagnóstico comprova condição compatível.

O processo técnico

  1. Identificação de química, arquitetura e histórico disponível.
  2. Medição de tensão, capacidade e comportamento sob carga.
  3. Avaliação de SOH, dispersão, autodescarga e temperatura.
  4. Separação de unidades incompatíveis ou fora de padrão.
  5. Formação do banco e definição de BMS/proteções.
  6. Teste funcional, burn-in e registro do ativo.

LFP, NMC e outras químicas

A calculadora interna não assume uma marca de veículo. Ela usa tensão nominal da célula, capacidade em Ah, quantidade em série, paralelos, SOH e limites de operação. Isso permite trabalhar com arquiteturas distintas sem mascarar as diferenças de química.

Rastreabilidade

Cada banco em locação pode receber código patrimonial, configuração, SOH inicial, cliente, contrato, BMS, intervenções e histórico de realocação. O ativo continua tecnicamente conhecido ao longo dos anos.

Dimensionar uma aplicação